“Uma imagem vale mais do que mil palavras”

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Hoje, dia 22 de Fevereiro, comemora-se o Dia Europeu da Vítima na Biblioteca.

“Uma imagem vale mais do que mil palavras” é o título de mais uma exposição comemorativa de trabalhos (apoiados pela Biblioteca da Escola) elaborados pelos alunos do 7º B, do 8º D e do 11º I, nas aulas de Formação Cívica e de Desenho com os respectivos professores: Graça Solha, Celeste Vilares e Pedro Taboaço. As pessoas que são vítimas de crime muitas vezes não sabem ou têm dúvidas sobre o que fazer. Necessitam de alguém que, de uma forma amiga e solidária, as possa escutar, compreender e ajudar.

Desta exposição constam trabalhos gráficos de recorte fotográfico e de pesquisa subordinados ao tema: DIA EUROPEU DA VÍTIMAParabéns aos professores e aos alunos, pois é uma exposição que merece a nossa visita e reflexão cuidadas.

Linhas de informação e apoio:

APAV- Associação de Apoio à Vítima

Adolescentes e Bullying

Bullying na escola

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  1. Em nenhum país do mundo as mulheres são tratadas de forma igual aos homens. A violência surge, pois, como um exercício de poder arbitrário do mais forte sobre o mais fraco. Os Estados devem condenar a violência contra as mulheres e não invocar costumes, tradições ou considerações religiosas para iludir a sua obrigação de combatê-la com todos os meios ao seu alcance.
    Portugal tem vindo a definir um percurso integrado e sistemático no combate à violência doméstica, através da adopção de Planos Nacionais contra a Violência Doméstica.
    Não podemos esquecer o papel pioneiro na mobilização das Organizações Não Governamentais (ONG) portuguesas para estruturar respostas de apoio às mulheres vítimas de Violência Doméstica. A essas ONG se deve o impulso para a implementação das primeiras Casas de Abrigo em 2000 e dos primeiros Núcleos e Gabinetes de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica.

    É sabido que mulheres vítimas de violência apresentam uma grande probabilidade, consoante os casos, de terem filhos doentes, de não conseguirem emprego e, se empregadas, em não obterem promoção profissional, de recorrerem aos serviços dos hospitais, a consultas de psiquiatria por perturbações emocionais, bem como risco de suicídio.
    É preciso travar este fenómeno urgentemente e cabe às escolas esse papel! Nós professores devemos isso aos nossos jovens!
    Graça Coelho

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