Novidades em livros: “A Casa de Papel” e “A Casa dos Espíritos”

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Esta semana a nossa biblioteca apresenta duas novidades em livro: “A Casa  do Papel”, de Carlos María Domínguez e “A Casa dos Espíritos”, de Isabel Allende. Aqui vos deixamos um pequeno resumo de cada um deles.

    A Casa de Papel

‘Os livros mudam o destino das pessoas: Hemingway incutiu em muitos o seu famoso espírito aventureiro; os intrépidos mosqueteiros de Dumas abalaram as vidas emocionais de um sem-número de leitores; Demian, de Hermann Hesse, apresentou o hinduísmo a milhares de jovens; muitos outros foram arrancados às malhas do suicídio por um vulgar livro de cozinha. Bluma Lennon foi uma das vítimas da Literatura. Na Primavera de 1998, Bluma, uma lindíssima professora de Cambridge, acaba de comprar um livro de poemas de Emily Dickinson quando é atropelada. Após a sua morte, um colega e ex-amante recebe um exemplar de A Linha da Sombra, de Joseph Conrad, em que Bluma escrevera uma misteriosa dedicatória. Intrigado, parte numa busca que o leva a Buenos Aires com o objectivo de procurar pistas sobre a identidade e o destino de um obscuro mas dedicado bibliófilo e a sua intrigante ligação com Bluma. A Casa de Papel é um romance excepcional sobre o amor desmesurado pelas bibliotecas e pela literatura. Uma envolvente intriga policial e metafísica que envolve o leitor numa viagem de descoberta e deslumbramento perante os estranhos vínculos entre a realidade e a ficção.’

     A Casa dos Espíritos

O relato da vida de Esteban Trueba, da mulher, dos filhos legítimos e naturais e dos netos percorre a quase totalidade do século XX formando uma dinastia de personagens à volta das quais a narrativa vai gravitando sem perder de vista os outros – mesmo depois de mortos. O temperamento colérico do fundador, a hipersensibilidade fantasista da sua mulher e a evolução social do país – que reflecte e pode muito bem simbolizar qualquer país latino-americano – tornam difíceis as relações familiares, marcadas pelo drama e a extravagância, e conduzem a um final surpreendente e cruel, que deixa no entanto aberto o caminho de uma trabalhosa reconciliação. No panorama da literatura hispano-americana, nenhum nome de mulher tinha conseguido até agora ocupar um lugar cimeiro. Faltava pois uma romancista. A impecável desenvoltura estilística, a lucidez histórica e social e a coerência estética, patentes em “A Casa dos Espíritos”, fazem do primeiro romance de Isabel Allende uma obra magistral, um livro inesquecível.

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