“Auto da Índia” a primeira “Farsa” escrita por Gil Vicente

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Auto da Índia

AMA
Tornareis cá noutro dia.

CASTELHANO
Assossiega, coraçón, (Sossega coração)
Adormiéntate, león, (Acalma-te leão)
No eches la casa en tierra, (Não deites a casa abaixo)
Ni hagas tan cruda guerra, (Nem faças grande espalhafato)
Que mueras como Sansón. (Que morres como Sansão)

Esta burla es de verdade, (Este engano é verdadeiro)
Por los ossos de Medea,(Pelos ossos de Medeia)
Si no que arrastrado sea (Que eu arrastado seja)
Mañana por la ciudad; (Amanhã pela cidade)
Por la sangre soverana, (Pelo sangue soberano)
Se la batalla troyana, (Da batalha troiana)
Y juro a la casa sancta… (E juro à Santa Casa…)

Excerto de “Auto da Índia”, de Gil Vicente

Clica para leres a obra»»»»»

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