Rómulo Vasco da Gama de Carvalho foi hoje homenageado!

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Se Rómulo Vasco da Gama de Carvalho tivesse visitado a Escola Secundária de Lousada hoje, com certeza teria ficado muito satisfeito. Alguns professores dedicaram-lhe o dia, a ele e a todos os alunos. Portanto, este dia é para ti, aluno do ensino básico desta escola. Para ti, mas também para ele, Rómulo de Carvalho, ou António Gedeão. Tanto faz!

Obrigada professores Diogo e Toni. Obrigada professoras Ana Maria, Margarida, professoras Ana Paula e Manuela, do Clube da Ciência Divertida. Obrigada professores Paulo, Gonçalo e Deolinda. Obrigada professoras Alice, Graça, Graça e Graça. Tanta Graça junta! Obrigada professores Alexandre, José Carlos, Susana, Isabel e Sandra. Obrigada Mário Eusébio, do Bonsai Club do Porto. Um obrigada muito especial à professora Carla! Obrigada a tantos outros professores que hoje ofereceram as suas aulas e conduziram os seus meninos e meninas pelos ateliês, salas, laboratórios abertos, observação de aves, construção de caixas-ninho, demonstrações, palestra e Museu da Geologia, mostrando-lhes o que ia acontecendo pela escola.

Passam agora, quase… quase 100 anos sobre a data do seu nascimento. 24 de novembro de 1906. Entre o seu primeiro e último nome ficam outros dois igualmente sugestivos: Vasco da Gama, que também foi um Homem de “descobertas”. Nas palavras como na simplificação da ciência, marcou um século. Ao ponto de ter visto, ainda em vida, o dia do seu aniversário ser instituído como Dia Nacional da Cultura Científica. Aqui na Secundária, de há uns anos para cá, decidimos adicionar-lhe: & Tecnológica. Passam agora, quase… quase 100 anos sobre o nascimento de um poeta, historiador das ciências, escritor, pedagogo, investigador, fotógrafo…

O nome, António, foi por si escolhido para pseudónimo literário, o mesmo nome de um tio de quem muito gostava. Juntou-lhe o nome de um aluno a que achou muita piada. Foi um visionário!

Era um leitor compulsivo que captava o que de mais interessante encontrava. A partir daí, produzia a sua obra. Fazia as suas próprias encadernações, onde guardava, para além das suas notas, recordações, como penas de pássaro e fotografias. Colocava, religiosamente, os seus documentos em caixinhas de madeira, que construía, tal como a mobília do seu escritório. Gostaria de ter sido marceneiro!… Achava que a Ciência devia ser para a gente nova.

Obrigada. Muito obrigada professor Rómulo de Carvalho!

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