Category Archives: Escritores na escola

Encontro com escritor João Manuel Ribeiro

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Foi há seis anos que escreveu o primeiro livro para os mais novos, e nunca mais parou. João Manuel Ribeiro procura despertar nas crianças a paixão pela fantasia que o seu avô lhe deu.

Hoje de manhã, esteve na EB1 de Pias e, da parte da tarde, esteve na EB1 de Boim.

Partilhou a sua alegria e a sua paixão pela leitura e escrita. Procurou, por um lado, despertar o prazer pela leitura – trabalhando sobretudo as palavras, as rimas, o ritmo e a musicalidade. E por outro, a imaginação.

Nestas sessões, reinou o interesse pela forma efusiva e divertida com que o escritor apresentou particularidades das suas histórias de criança e, em conjunto com os alunos, inventou um “rap” poético com os nomes dos alunos e dos professores ali presentes, proporcionando um momento de grande alegria.

Os nossos meninos e meninas adoraram!
Depois seguiram-se as sessões de autógrafos.

 

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António Torrado e José Fanha apresentam livros

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Hoje, pelas 18 horas, o Auditório Municipal foi palco da apresentação de dois livros: “A incrível história dos bacalhaus voadores“, de António Torrado e ilustrações de António Pilar e “Cartas à minha terra“, de José Fanha e ilustrações de Rachel Caiano.

Uma boa posta de bacalhau assado pode provocar reações incontroláveis. “Há que ter muito cuidado com o que se come ou bebe”, disse o Homem Invisível, cientista audacioso que acompanha jovens exploradores na descoberta de Lousada e arredores. Mas não é preciso acreditar no que a história conta. A ficção tem essa vantagem: um pé na realidade e outro pé no ar…

Despretensiosamente, António Torrado, que ocupa a centralidade consensual de escritores com vasta e apreciada obra, correspondeu ao desafio que lhe foi lançado de destacar Lousada como merece esta vila que quer continuar a ser vila.

em “A incrível história dos bacalhaus voadores“, António Torrado

Estas são as duas mais recentes obras literárias editadas pela Câmara Municipal de Lousada e que se destinam aos alunos do 4.º e 6.º ano que frequentam as escolas do concelho.

Nasci aqui em Lousada e o meu nascimento foi um acontecimento de primeiríssima importância para mim e para os meus pais. Se não fosse eu ter nascido, não estava agora a escrever esta carta e outras cartas sobre a minha terra para explicar a todos porque é que Lousada é a terra mais bonita do mundo.

em “Cartas à minha terra“, José Fanha

Amanhã, sexta-feira, os autores visitarão as escolas para oferecerem os livros aos meninos e meninas. Todas as bibliotecas escolares concelhias serão também contempladas com alguns exemplares para o seu fundo documental.

 

Pedro Chagas Freitas fez workshop de escrita criativa

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Hoje, entre as 14h e as 17.30h, 13 alunos vencedores do concurso literário Álvaro Feijó 2017, do 3.º ano do ensino básico até ao 11.º ano, tiveram como prémio assistir a um workshop liderado pelo escritor Pedro Chagas Freitas, na biblioteca da Escola Secundária. Este prémio teve o patrocínio da Câmara Municipal de Lousada.

Desbloquear a criatividade e a imaginação, estimular a autonomia, experimentar palavras diferentes das habituais e conhecer técnicas de desbloqueio da escrita, foram alguns dos objetivos desta ação de formação, dirigida aos alunos vencedores. Todos os presentes ficaram deslumbrados com este ateliê e confessaram que melhoraram as suas capacidades comunicativas.

Pedro Chagas Freitas é autor de romances, novelas, contos, crónicas, guiões, letras de música, textos publicitários, entre outros. Tem publicadas mais de duas dezenas de obras.

Apresentação do livro “A Raposa Sebastiana”

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Convidada pela Biblioteca Escolar deste Agrupamento, e integrado na comemoração do Ano Municipal do Ambiente e da Biodiversidade, a escritora Beatriz Lamas Oliveira falou em pormenor da sua mais recente obra – A Raposa Sebastiana, 3.º livro da Coleção Vida Selvagem, todos da sua autoria, aos alunos dos 3.º e 4.º anos da Escola Básica de Pias.

Para além de ter partilhado o seu fascínio pelos livros e pela pintura, revelou-lhes que para se escrever é preciso ler muito. “Porque ler estimula muito a imaginação”, explicou a autora. “Escolhi a heroína para a presente história: a Sebastiana! Admirando o grupo familiar com os binóculos, notei-a desde cedo, ainda era alimentada pela mãe. Ela e os irmãos já tinham aberto os olhitos, teriam umas duas semanas de vida. […] Das janelas da minha sala de trabalho fui-a apreciando e, entre outros aspetos, anotei o crescimento(…). Tomei notas e fiz desenhos. […] Silenciosamente, como a mãe lhe tinha ensinado, lá ia ela atrás de um coelho, saltando e filando-o pelo dorso com elegância. As raposas têm dentes muito fortes. […] Como todas as raposas, ela caça mais ao fim do dia e sempre sozinha…

No final, os alunos colocaram imensas questões à autora sobre o seu interesse pela escrita e pela vida dos animais e ainda lhe mostraram os desenhos que também eles fizeram sobre as aventuras desta astuta ladina.

Depois ainda houve uma sessão de fotografias! Foi uma conversa muito animada…

 

“Clube das Efes” com Beatriz Lamas Oliveira

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Autora do livro “O Clube das Efes” na nossa Biblioteca

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Beatriz Lamas Oliveira (autora e ilustradora) apresenta o seu último livro "O Clube das Efes"

As doninhas dão o título à aventura: “O Clube das Efes”. São elas a Faia, a Flor e o Freixo, encantadores membros deste exclusivo Clube que habitam numa aldeia de Entre Douro e Minho, escondida de olhares estranhos. A ação decorre entre as férias do natal e o fim de abril, com o recomeço das aulas.

Elas vivem as suas ativas vidas de animais selvagens, sem se preocuparem com os humanos. Procuram alimento, caçam, escondem-se nos abrigos onde se sentem seguras, acasalam e cuidam dos filhotes sem precisarem da ajuda das pessoas da aldeia. Mas, por vezes, em situações excecionais, como tempestades ou cheias, grandes secas ou incêndios, o território das doninhas, os seus abrigos, alimentos ou filhos, podem ficar em perigo.

Uma dessas situações de risco, para o bem-estar animal, ocorre inesperadamente nesta história. Serão a Faia, a Flor e o Freixo salvos a tempo?

Mas como, se homens e animais selvagens não falam a mesma língua?

Numa aguda situação de perigo, a ajuda das pessoas que observam e admiram as doninhas, pode preservar-lhes o habitat e defender a integridade do meio ambiente?