Category Archives: Museu de Geologia

Vamos comemorar o Dia da Cultura Científica & Tecnológica

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Cartaz da autoria do professor Alexandre Ribeiro

Tendo por objetivo divulgar e valorizar a educação para a Ciência e para a Tecnologia, as Escolas Secundária e Básica têm vindo a desenvolver o Dia da Cultura Científica & Tecnológica.

Este ano será comemorado no dia 25 de novembro, segunda-feira.

Este dia assinala a comemoração do nascimento do professor Rómulo de Carvalho, também poeta (António Gedeão) e será um dia de festa.

Numa estreita articulação entre a Coordenadora da Biblioteca Escolar (Graça Coelho) e a Coordenadora dos Projetos e Atividades (Carla Lopes), juntamente com os professores dos grupos disciplinares de Física e Química,  Ciências da Natureza, Matemática, Informática, Artes Visuais e, também, com o Museu de Geologia e os Clubes existentes no Agrupamento, o espírito de colaboração, que já é apanágio desta escola, leva a que se promovam e dinamizem atividades e experiências divertidas, oficinas, laboratórios abertos e demonstrações interativas, que vão desde as Ciências Experimentais à Ecologia, à Fotografia, à Informática e à Robótica…

Esta efeméride já se tornou uma “marca” neste Agrupamento, pois estão já implementadas as estratégias de flexibilização necessárias para o envolvimento e participação de professores e alunos. É um dia em que se dá total protagonismo aos alunos e à integração de diferentes saberes.

Esta cultura de participação e partilha tem sido determinante na construção de uma escola aberta à mudança, capaz de refletir sobre a sua ação, ajustar-se e responder à exigência contínua de melhoria, assente na valorização das aprendizagens dos alunos, a sua livre iniciativa e à aprendizagem pela descoberta.

N.B. – Como é do conhecimento geral, o ano de 2019 é particularmente rico em celebrações científicas: 100 anos da expedição de Arthur Eddington a São Tomé e Príncipe, 100 anos da União Astronómica Internacional, 50 anos da primeira aterragem do homem na Lua, 500 anos da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães, e 150 anos da criação da Tabela Periódica dos Elementos Químicos.

Museu de Geologia vai à Biblioteca – Semana 16

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O mineraloide opala é sílica amorfa hidratada, o percentual de água pode chegar a 20%. Por ser amorfo, ele não tem formato de cristal, ocorrendo em veios irregulares, massas, e nódulos. Tem a fratura conchoidal, brilho vítreo, dureza na escala de Mohs de 5,5-6,6, gravidade específica 2,1-2,3, e uma cor altamente variável.

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Museu de Geologia vai à Biblioteca – Semana 15

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Esta semana a Biblioteca expões uma amostra de xisto mosqueado.

Rochas metamórficas são rochas que resultam da transformação da rocha original, o protólito. Este dá origem a uma rocha metamórfica depois de sofrer transformações químicas e físicas devido ao fato de se submeter a temperaturas e pressões elevadas e à atuação de fluidos sofre erosão (metassomatose)[ em zonas profundas da crosta terrestre, sem que, contudo, cheguem a fundir (a não ser, talvez, parcialmente).

Alguns exemplos de rochas metamórficas são o gnaisse, a ardósia,o mármore, o xisto mosqueado, e o quartzito.

 

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Museu de Geologia vai à Biblioteca (semana XIII) – Carbeto de silício

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Esta semana o Museu de Geologia trouxe à nossa biblioteca da Escola Secundária uma amostra geológica de Carbeto de Silício.

O Carbeto de Silício (SiC, também chamado carborundum) é um composto químico de silício e carbono. É mais familiar como um composto sintético largamente usado como abrasivo, mas ocorre também na natureza na forma do mineral muito raro chamado moissanite. Grãos de carbeto de silício podem ser agregados por sinterização, formando uma cerâmica muito dura…

(…) O carbeto de silício é utilizado como uma fonte de silício e carbono em ligas ferrosas com baixos níveis de impurezas quando comparado a outras fontes de silício e carbono…

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Museu de Geologia vai à Biblioteca (semana XII) – pirite em quartzo

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Pirite, também pirite de ferro ou pirita de ferro é um dissulfeto de ferro, FeS2. Tem os cristais isométricos que aparecem geralmente como cubos, mas também frequentemente como octaedros ou piritoedros (dodecaedros com faces pentagonais). Tem uma fratura ligeiramente desigual e conchoidal, uma dureza de 6-6.5 na escala de Mohs, e uma densidade de 4,95 a 5,10…

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Museu de Geologia vai à Biblioteca (semana XI) – quartzo ametista

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O quartzo é o segundo mineral mais abundante da Terra (aproximadamente 12 % vol.), perdendo apenas para o grupo de feldspatos. Possui estrutura cristalina trigonal composta por tetraedros de sílica (dióxido de silício, SiO2),[2] onde cada oxigênio fica dividido entre dois tetraedros…

 

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Museu de Geologia vai à Biblioteca (semana X)

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Calcário conquífero é um aglomerado formado da natureza por conchas e fragmentos de conchas particularmente não cristalinas. Não tem rachas e normalmente é muito uniforme na sua composição e estrutura. Apesar de ser constituído por calcário é considerado uma rocha sedimentar biogénica pois é alterada pela vida.

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Museu de Geologia vai à Biblioteca (semana IX)

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Rosa-do-deserto ou lírio-impala é uma planta domesticada cujo nome científico é Adenium obesum Balf. f. da família Apocynaceae, e necessita de polinização manual para a sua reprodução, ou então deve adotar-se o método de mudas. Adapta-se facilmente ao clima seco e quente e consegue viver em lugares ensolarados. É também encontrada na Tailândia, nos desertos e na África…

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Museu de Geologia vai à Biblioteca (semana VII)

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Lepidocrocite, também chamada esmeraldite ou hidrohematite, é um mineral de hidróxido de óxido de ferro. A lepidocrocite tem uma estrutura cristalina ortorrômbica, uma dureza de 5, gravidade específica de 4, um lustre a-metálico e uma faixa amarelo-acastanhada. Wikipedia (inglês)